domingo, 9 de outubro de 2011

PESQUISA REVELA


Maioria dos alunos da EJA não tem acesso a computador, revela pesquisa da Unicamp

05/10/2011
No ensino regular, muitas crianças e adolescentes possuem oportunidades de conviverem com o computador na família


Pesquisa foi desenvolvida com 15 alunos de 25 a 75 anos
EJA é formado por pessoas que voltaram aos bancos escolares para terminar os estudos

As aulas de informática na EJA(Educação de Jovens e Adultos) são uma grande oportunidade de acesso ao uso do computador para o público formado basicamente por pessoas que voltaram aos bancos escolares para terminar os estudos. É a ponte de acesso, visto que, fora da escola, esses alunos têm participação reduzida ou nula nas práticas de letramento digital, aponta pesquisa desenvolvida na Unicamp(Universidade Estadual de Campinas).

A investigação se dá pelo uso do computador por 15 alunos na faixa etária entre 25 e 75 anos e, com isso, oferece instrumentos que auxiliem os professores interessados na utilização pedagógica deste tipo de tecnologia com um público com características bem diferenciadas. Em sua experiência como professora desta modalidade, vários aspectos a levaram a aprofundar-se em assunto pouco tratado pelos pesquisadores da área. As discussões buscam sempre abordar a utilização do computador como ferramenta no ensino fundamental e médio e não consideram que a EJA consiste em um ambiente profícuo em que os adultos têm necessidades e precisam de auxílio em situações reais e rotineiras.

Na pesquisa foram encontradas alunas que são mães cuja preocupação maior está em oferecer aos filhos oportunidades de estudo e aprendizado que os auxiliem a ter um desenvolvimento profissional e melhores condições de vida. Neste sentido, a escola assume uma importância fundamental para a inclusão digital desta população e acesso às práticas que o computador permite.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ensino Médio Técnico em Escolas Públicas


No texto de Reinaldo Chaves, escrito para a edição on line do jornal "Bom Dia" pode ser lida a reportagem na íntegra. apresentamos aqui, apenas excertos do artigo para refletirmos sobre as possibilidades e perspectivas para o ensino médio técnico. e por que não pensarmos em alternativas semelhantes para a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Desejamos a todos boa leitura e boas reflexões...



"Para ampliar o número de escolas no estado de São Paulo que oferecem o Ensino Médio em conjunto com uma formação técnica, a rede estadual de ensino vai oferecer a partir de novembro  aulas em tempo integral.

A chamada Rede Ensino Médio Técnico vai começar a atuar em  91 municípios e as aulas técnicas serão ministradas em  231 instituições de educação profissional credenciadas. As aulas serão alternadas. “O  aluno fará o Ensino Médio no período da manhã, por exemplo, e, à tarde, o ensino técnico, em 91 municípios. São mais de 30 mil vagas para alunos que estão no segundo ano do Ensino Médio”, [...] O aluno poderá ter aulas  técnicas de manhã, tarde ou à noite.[...].

Como foi feito
Para acomodar os estudantes de escolas públicas em cursos técnicos, o governo do estado fez um acordo com  escolas do setor privado e reservou 3.235 vagas. Os cursos serão oferecidos por escolas particulares e exclusivamente aos alunos da rede estadual, ao contrário das Etecs (Escolas Técnicas Estaduais ), que são abertas à população em geral. Caso o número de inscritos supere o de vagas, será feito sorteio [...]  São oferecidos 417 cursos no total, que contemplam 58 especializações.

Currículo de aulas está sendo discutido
A Secretaria de Estado da Educação começou nesta semana debates para reorganização do currículo do Ensino Médio já para ser aplicada no ano que vem. [...] A proposta [...] é dar ênfase em três áreas: linguagens e códigos, ciências da natureza e matemática e ciências humanas. 
Nas escolas com mais de três turmas de terceira série do Ensino Médio os alunos poderão optar por uma área de conhecimento. Outra proposta [...] é  reduzir as aulas de português e matemática para aumentar disciplinas  de física, química, filosofia e sociologia". (Reinaldo Chaves).
Para ter acesso ao texto na íntegra utilize o link:
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

PESQUISA INVESTIGA SOBRE JUVENTUDE E MERCADO DE TRABALHO


Confira a reportagem no sitio da Alfasol:

"Centro Ruth Cardoso lança pesquisa sobre a juventude e mercado de trabalho
Na quinta-feira, 18 de agosto, o Centro Ruth Cardoso abriu seu auditório para uma discussão sobre os rumos da educação profissional e a capacidade de articulação entre o jovem e o mercado de trabalho.

Além do debate, o seminário “Juventude e mercado de trabalho: realidade e perspectivas” lançou o número 2 dos Cadernos Ruth Cardoso com os resultados de uma pesquisa que identifica as relações entre as demandas atuais do mercado, a prática formativa e as expectativas dos jovens.

Coordenada pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e de Ação Comunitária (Ideca) e com o apoio do Instituto Unibanco e da Fundação Itaú Social, a pesquisa, realizada com jovens da Região Metropolitana de São Paulo entre 16 e 24 anos, buscou suprir a ausência de investigações na área. “Nossa intenção era identificar como a formação, o jovem e o mercado de fato interagem. É uma reflexão inovadora nesse sentido, que busca um olhar transversal”, explicou a diretora presidente do Ideca, Simone de Castro Tavares Coelho.

Para tanto, foram realizadas entrevistas com alunos, professores e gestores das 21 organizações pertencentes ao universo pesquisado. A partir do levantamento de oito diferentes hipóteses investigativas - como a identificação das iniciativas existentes, a formação dos educadores e as estratégias adotadas para a real inserção do jovem no mercado - elaborou-se um retrato atual sobre o tema.

Para a assessora técnica da AlfaSol e supervisora da pesquisa, Ednéia Gonçalves, o trabalho expressa a necessidade de atentar e valorizar a cultura, experiência de vida e visão de mundo dos jovens para o correto planejamento de ações formativas direcionadas. “Ao reunir as vozes de jovens, educadores, gestores e empresários, a pesquisa construiu um importante instrumento de diálogo para a melhoria da qualidade da oferta e de avaliação das ações em curso."

confira a reportagem na íntegra acessando o link:

Boa Leitura!!
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